Audiência pública discute emprego e renda em Itabira no dia 2 de maio

Debate proposto pelo vereador Nenzinho acontecerá na Câmara Municipal, a partir das 19 horas

Empresas, Prefeitura, Sistema Nacional de Empregos (Sine), associações e comunidade em geral participarão de uma audiência pública sobre emprego e renda em Itabira no dia 2 de maio. O debate foi proposto pelo vereador Weverton Júlio de Freitas Limões, Nenzinho (PMN), e vai ocorrer na Câmara Municipal, a partir das 19 horas. De acordo com o autor do requerimento, o objetivo da audiência é apresentar um panorama da situação e buscar soluções para o elevado índice de desemprego que assola a comunidade.

Nenzinho afirma que convidou a Vale, suas empreiteiras, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), a Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agropecuária de Itabira (Acita) – entidades que acompanham o dia a dia do setor produtivo –, entre outras entidades e autoridades que endentem do assunto.

“Sabemos que o mercado está ruim, resultado do baixo desempenho da economia como um todo, mas não podemos ficar parados. Todos os dias nós, vereadores, somos abordados na rua e em nossos gabinetes por pessoas precisando trabalhar. São pais de família que não estão conseguindo honrar com seus compromissos. Esta audiência pública vai debater a fundo a situação de Itabira e propor alternativas”, declarou Nenzinho.

Na reunião em que o requerimento foi aprovado, vários vereadores comentaram o assunto, inclusive Paulo Soares de Souza (PRB), presidente do Sindicato Metabase. “Fico muito feliz porque é uma obrigação de todos os vereadores se preocuparem com o desemprego. Há vários anos discuto isso aqui”, afirmou.

Diversificação econômica

Nenzinho afirmou que a audiência pública vai tratar também da necessidade de se diversificar a economia de Itabira. Segundo o vereador, as autoridades precisam se unir em busca de novos investimentos, focados no futuro, que garantam empregos de qualidade e o restabelecimento da economia. “A mineração está acabando, não teremos a Vale aqui para sempre. Os efeitos já estão sendo sentidos. Precisamos de um horizonte e por isso chamamos a Acita e a CDL, que desenvolvem ações e projetos pensando o desenvolvimento não só local, mas também regional”, afirmou.

 

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