CPLP: da utopia à dignidade em fuga

Por Veladimir Romano

A recente reunião dos países de expressão portuguesa, em Díli, capital do pequeno parajumpersonlinestore Estado de Timor-Leste; deu um péssimo exemplo ao mundo, de como passar por cima de todo o tipo de direitos e deveres, cobrindo sua ganância financeira com acordos de extensão territorial pela expansão do idioma, a outras nações, numa adulteração viciada de branqueamento dos propósitos democráticos, sociais e humanistas.

As lições do bom português, explanadas pelo oportunismo na obtenção de negócios chorudos onde o petróleo passou de rei do cifrão a Deus do capital, ofereceu um triste espetáculo de aprovações banhadas de sangue do povo da Guiné Equatorial, uma das ditaduras mais parajumpers online store perversas e traiçoeiras do continente africano sem Direitos Humanos ou outra possível vigilância válida sobre abusos, prepotência, arrogâncias de quem governa deliberadamente uma sociedade escravizada, metida no medo, açoitada de violência em cada instante de vida.

Num mundo repleto de imoralidade, triste momento e celebrado bate-papo da ilha do grande crocodilo, nesta suja capacidade em descuidar o valor maior das pessoas, trocar tudo num ápice de maneira aventureira por bocadinhos de interesse econômico e financeiro, como dirá qualquer atento observador: “safar a onça…”, de maneira vergonhosa, sem gosto nem inteligência, é parte assente na integração de políticas desenvolvidas pelas ordens criminosas que hoje em dia usurpam a governação, na sua maioria, fazendo e praticando todo o tipo de criminalidade, sem que os povos tenham coragem para combater, contestar, reservar matéria de lei, consciência para evitar desmandos horripilantes, desleal manipulação na cara de todo o mundo onde já não haja vergonha resistente lutando pela sua própria sobrevivência.

Compreende-se que o fito do capital afronte ideias, faça levantar fantasias nas estratégias da luta contra várias crises, incluindo ainda a presente; sempre deveria permanecer no consciente dos homens responsáveis pelas nações, exemplos e atitudes de princípios na defesa dos povos, não de conveniências desumanas a proveito de maior segurança a quem sai praticando terrorismo social, político, protegendo falsidades, organizando corrupção industrializada, saqueando todos os dias o tesouro dos bens públicos, usurpando a benefício próprio e do grupo de marginais, riquezas nacionais.

Falando dos níveis da prática corrupta, qual o maior campeão dessa desgraça humana, ficamos todos por saber onde pairam estatísticas sobre tal matéria; contudo, hoje, da forma que se globalizou a informação e, com ela, gente corajosa como vários jornalistas, funcionários estatais, estaduais, organizações humanitárias, lutando com esforço, dificuldades, muita coragem e determinação; no caso da Guiné Equatorial, entregue faz 35 anos a desmandos vergonhosos nas mãos do ditador e assassino presidente: Teodoro Obiang, arrepia qualquer menor despreocupado com uma situação impensável de aderência pela instituição que todos nós pensando nas afinidades humanas relacionando países irmãos e povos dignos, afinal, não estão servidos por gente capaz, mas por animais selvagens trajando gravata e terno/fato de tecido fino que nem merece o corpo que carrega.

A lamentável decisão dos agentes políticos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), uma utopia que nunca ofereceu até hoje indícios concretos ao desígnio pensado inicialmente pelo seu fundador: José Aparecido Oliveira, em julho de 1996; agora, logo em Timor-Leste, povo que sofreu sua carnificina pela Indonésia, devia ser exemplo de luta pela dignidade humana de outros povos, deixou cair esse caráter, sem frontalidade dos responsáveis, como defensores dessa tal CPLP, transparente, trabalhando pelo futuro e verdadeiro progresso dos povos. Triste ensaio pela manutenção da barbaridade, repressão em manifesta mentira do ensino da Língua portuguesa na Guiné Equatorial, seja motivo supremo na lavagem duma ditadura, do irracional, da heresia intelectual.
Quem sofre de bom senso, se recusa em aceitar qualquer compromisso com assassinos e promotores do descalabro humano. Subitamente, ficamos esclarecidos que a mesquinhez venceu sobre a solidariedade humana, elogiando uma causa sem atacar o sintoma. Assim, perdemos todos, acabou a CPLP… fica a essência feudal, sucumbiu a circunstância histórica!

comentários