Ensino Público e a Ecologia

Por Veladimir Romano


Na praça, sempre aparecem por razões várias, críticos da escola pública, apreciando virtudes do ensino privado, como se alguma realidade fosse ordem e lei únicas no comando da aprendizagem, escondendo por vezes outras teorias menos claras. Em certos lugares do planeta: escola privada, financiamentos públicos, mantendo ciclos elitistas campeões da corrupção, enquanto a grande pátria do capitalismo, sai protegendo demoradamente seus institutos é o erário público pagando mordomias a privados, praticando favores pedagógicos.
Arcam estratégias apropriadas aproveitando a elite politizada num sentido apenas, dirigentes administrativos totalmente devotados em minar de incorreções outras estratégias incompetentes, atraiçoando sem vergonha nem moral projetos pedagógicos duma nação, hipotecando ao longo de gerações educação que prime pelo desenvolvimento, olhar escólio, paz social e da riqueza nacional pelo que qualquer sociedade deva pugnar mais que nunca na boa e séria preparação das camadas mais jovens sem discriminar alunos por uns serem pobres, enquanto outros ricos, recebem dianteira sólida.O conceito de preparar futuros cada vez mais saudáveis, sociedades mais racionais, humanistas, completamente espiritualizadas no sentido maior do termo científico, ao invés de camadas oportunistas dominado crime social, alimentando faixas de pobreza, discriminando estratos sociais, deveria envergonhar eventuais disfarçados “patriotas” do argumento fácil, enganador e oportunista. As últimas manifestações urbanas feitas pelos professores no Brasil, não são posição exclusiva; um pouco por vários países quer na Europa, África ou pela Ásia; encontramos professores lutando contra essa mesma porção das fraquezas do idealismo unicamente privado sobre a educação da sociedade, vergada pelo mutualismo especulativo.

México, Portugal, Espanha, Indonésia, Nigéria, Cabo Verde; entre outros nações aplicando teorias supremas das políticas igualmente estimulando atrás das suas intenções liberalistas, recolhendo financiamento público, justificando o inexistente, mas criando outra ordem discriminativa fragmentada; quando o dia do amanhã não será mais do que novelas sujeitas ao comando das operações sociais e administrativas do presente, ficando refém da mesma elite, estabelecendo esta critérios complacentes, criando razões de fazer da corrupção modo de vida estatizada, administrada pelo setor mais privado de todos.

Razões de sobra estão nas recentes manifestações pelo clima, a sua defesa e maior racionalização dos bens para que estes, futuramente, possam servir de apoio ao desenvolvimento a países limitados no seu crescimento. Engraçado; dos alguns “especialistas” deste mundo discutindo prioridades educativas pelo privado, públicos de grande prestígio. Se descobrem diferenças: aqui, encontramos rigor, equilíbrio, respeito pelo “transtorno”, mas trabalhando complementos, juntando ao mais útil; correções, utilidades, firmeza no âmbito dos valores.


Olhando com maior atenção, descobrimos como o ensino público tem sido a grande base referencial da pedagogia ecológica. Dos países nórdicos, asiáticos, norte-americanos, alguns latino-americanos com exemplos dignos de manifesto (Costa Rica), onde o ministério tutelar conjuga estratégias com a educação; claro fica as mais valias adiantadas ao estatuto social que estas depois farão no sentido de organismos internacionais como a ONU e outras.
Pela relevância estratégica bom seria de todas as vezes que o mundo chora a sua incapacidade de gerir problemas ambientais, desleixando processos educativos, menosprezando valores sobre educação pública, como se o Estado sofresse de doença contagiosa ou se as soluções todas da magia do ensino, sejam apanágio da escola dominada nos labirintos do individualismo e pensamento privado; pois, continuará essa dose de sofrimento sem soluções, enquanto o planeta vai acumulando agonia.Daqui se compreenda das últimas notícias pouco otimistas definindo alterações climáticas como um grave problema dizendo respeito a todos, não consigam atingir o cérebro duma camada humana, exatamente pela negativa alteração do conceito de ensino aplicado onde o ponto de vista apenas coincide com lucros a qualquer preço.

Do presente sai o futuro. Contudo: o amanhã, só será verdadeiramente altruísta, clarividente e espiritualizado, quando ele for pensado, respeitado e organizado tendo como base no ensino público a pedagógica matriz duma sociedade humana avançada no interesse global, ainda que este sistema não convença os amigos da criação para a manutenção dominante dos grupos obcecadamente elitistas.

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