Hotel Fazenda Boi tempo mantém tradição e promove sensacional réveillon

Parentes, amigos, turistas estrangeiros e convidados fizeram uma virada do ano inesquecível Por José Norberto / Marcos Almeida
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Réveillon no Hotel Fazenda Boi Tempo um espetáculo à parte, que marcou a virada em grande estilo. Presentes ao acontecimento itabiranos, canadenses, parentes, amigos e muita gente bonita. Quem não foi deixou de participar de um evento tipicamente mineiro, do jeito que o mineiro gosta e regado a muitas simpatias e farto. Por José Norberto 2014 bateu à porta e, sem pedir licença para entrar, tomou conta do meu coração. E como! Explico. A minha passagem do ano seria realizada entre os familiares, a exemplo de datas anteriores. Entretanto, mudando o curso da história, Samuel Alves, produtor artístico e empresário, fez-me um convite para prestar um serviço de assessoria de Imprensa durante os festejos de comemoração da passagem de ano na Fazenda Boi Tempo nesse réveillon, quando lá estaria abrilhantando o evento, o grupo musical mineiro, Romário Araújo e Nonoca. 

Convite aceito de bom grado, ciente de minhas obrigações preparei-me para tal, já imaginando como seria animação durante o réveillon na Fazenda Boi Tempo, nesta virada para 2014. Já integrado ao grupo e informado de minhas atribuições, preparei para enriquecer a agenda nesse dia. Cobrir o evento possibilitaria inúmeras perspectivas profissionais para o nosso trabalho futuro, como acabou acontecendo descrito no decorrer do texto a seguir. A propriedade considerada uma das melhores no distrito de Ipoema, pertence ao conterrâneo, Marco Antônio Lage, homem de Comunicação e Marketing do mundo automobilístico. 

Mas este réveillon eu pressentia que ele seria diferente e o foi. Romário Araújo e Nonoca acompanhados pelos instrumentistas Marcelo Capeta e Samuel Alves fizeram uma apresentação irrepreensível. Repertório variado tocou um pouco de cada gênero, bem ao gosto e desejo dos convidados. Tocaram de Newton Baiandeira a Cartola o suprassumo de nosso samba, choro e ainda se colocaram a disposição para atender pedidos dos convidados. A virada do ano, um show à parte com a contagem regressiva entoadas com composições típicas do momento, tirou as pessoas de suas cadeiras para os cumprimentos com trocas de beijos e abraços, entre olhares voltados para o céu aquecido com a queima de fogos preparada para a ocasião. 

DSCN1231Passado os momentos de cumprimentos, como conheço o Marco Antônio de outras jornadas de trabalho, embora estivesse ali, tão somente para recepcionar e festejar seus convidados nessa passada de ano tão aguardada por todos, sempre há e houve espaço para um dedo de prosa para cumprimentos pessoais, onde ele acabou indo mesa por mesa para celebrar com seus convidados e festejar e a vinda do novo ano. Tivemos não só uma oportunidade, mas outras durante a programação da noite, diga-se de passagem, maravilhosa. 

Num desses encontros, relembramos do Festival UAI, quando em princípio de carreira jornalística, deu uma importante contribuição ao evento. Falou da abertura da programação musical, ao recitar o poema “Tempo” de Carlos Drummond de Andrade, segundo ele, de inspiração singular e de grande profundidade poética. Marco Antônio fez um dueto com seu filho Bernardo em meio às apresentações artísticas do grupo musical, enfim, falamos de idéias e projetos e, dele, veio o convite para um papo mais reservado, quando lhe confidenciei um novo trabalho literário de minha autoria sobre a obra do Drummond, considerado inédito, do qual se mostrou bastante interessado. Ressaltou com certa apreensão a falta de grande investimento na cultura local, falou do desejo de participar mais ativamente desse processo, entre outras observações que aqui não cabe ao momento. E disse: – “Bitinho, quero participar, colaborar, ser voluntário, ajudar a fazer acontecer, conte comigo, fico te aguardando para uma conversa”, finalizou Marco Antônio Lage.

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