Nada será como antes

Vivemos um momento bastante complexo de nossas vidas. A pandemia, muda o rumo de história de vida de um planeta. De forma oculta sem precisar quando e como atacará, como num sopro, o vírus arrebata milhares de pessoas mundo afora, sem que se possa fazer algo de maneira eficaz, para evitar o seu avanço, a não ser o isolamento de pessoas que devem se confinar em seus aposentos, para fugir aos seus arroubos impetuosos, restringindo a liberdade de que adora passear, andar pelos bairros, circular, como gosta de dizer os mais velhos, que, diga-se de passagem, os mais perseguidos pelo Covid 19, nome fantasia atribuído à peste…

Pois bem, tudo parado e perdas irreparáveis no comércio e na indústria. Mas do que isso, perdemos a livre e espontânea maneira de manifestar. Sem pedir licença o vírus sem pedir licença, invade o espaço, não importa qual seja ele, e, lá, deixa a sua marca ou rastro de destruição. Não se poupa preto, branco, amarelo, índio ou de qualquer nacionalidade. Pobre, remediado ou rico não têm vez. Todos estão sendo colocados no mesmo saco. Aliás, o buraco é mais embaixo, não faz preferência, caiu lá dentro um monte de terra recai sobre ele e ao pó se retorna. O que importa, é o sinistro.

A “pandemia” é que é a bola da vez, está passeando por todo território brasileiro e noutros lugares os resultados não tem sido diferente. A perspectiva é a vacina, enquanto esta não acontece, as alternativas são paliativas. Quiçá, queira Deus, que venha a vacina, pois sinistro haverão de vir, para assumir o protagonismo deste filme de terror.

(José Norberto)

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