O drama dos islamitas contra muçulmanos… e o Mundo

Por Veladimir Romano
Repentinamente, o mundo, parou diante do espelho. Descobriu a tremenda realidade do monstro, espalhando terror pelo planeta como nunca nenhum outro grupo ou movimento dos velhos tempos, alguma vez praticou.

Carregados de ódio em quantidades industriais contra a liberdade dos povos, pensamento e opção de vida; descobrimos outras facetas violentamente venenosas que habita a incompreensível mentalidade, dificilmente capaz de servir alguma doutrina, neste particular com valores islâmicos.

Ser muçulmano, como árabe praticante dessa religião, doutrina contemporânea da prática cristã, tal como a judaica; no entanto, ser islâmico, é ser praticante da religião de Maomé, sem ser árabe. Compreender o livro “sagrado”: -“Alcorão”, o guia espiritual desta ideia de um Deus à imagem dos povos semitas. Pelo mundo, outros povos foram aceitando a religião, por sinal, bem tolerante, quando ao longo da sua história, soube enquadrar-se com as demais, sendo hoje a segunda maior a nível mundial ocupando 23% da população do planeta (mais de bilião e meio).

Contudo, quando em meados dos anos de 1980, o Paquistão e agências norte-americanas de espionagem, decidiram criar o braço armado dos rebeldes das montanhas do Afeganistão expulsando a presença das tropas soviéticas, iniciaram o caminho à construção do verdadeiro monstro talibã (estudante) hoje envenenando o já pouco sossego da sociedade, ao financiarem com verbas, armas e conhecimento, o reforço dos “combatentes” (mujahidin), criadores do fundamentalismo islâmico com a sua “jiahd” (em árabe: “esforço, luta, empenho”), nunca a guerra ou o ódio desesperado.

Pelo caminho, cresceram, aprenderam rapidamente outras técnicas, juntaram financiamento importante (detém mais de 4.5 bilhões de reais acumulados em várias contas bancárias), estabeleceram fanatismo sem paralelo, tão loucos como capazes de iluminar o mundo de labaredas até ao centro negrume da Terra. A ferocidade inqualificável das suas ações, a frontalidade voraz com a qual enfrentam governos, matam pessoas e desafiam estados, mostram também a fragilidade de quantos líderes no absurdo da incompetência, incapazes de criarem estratégias contrárias ao crescente problema, acumulando terror, atrás terror.

Igualmente arrastados pela fantasia religiosa programada nos comandos, usando e abusando da fraqueza mental dos seus aderentes islamitas, ultimamente, subiram a fasquia do processo destrutivo, agora voltada aos restantes muçulmanos longe de aceitarem a base desse
fundamentalismo suicida praticado como doutrina primária dos grupos rebeldes, inclusivamente desorganizando plano moral até aqui resistente nas diferenças entre fações rivais de sunitas a xiitas (vertentes de opinião diferente sobre a descendência direta ou não do profeta).

Ao criarem bases, multiplicando raízes pelo mundo islâmico, converteram descendentes imigrantes das comunidades muçulmanas, aproveitando sucessivas crises financeiras ou debilidade econômica de países centrais na captação de fanáticos; alargando essa energia negativa a outras regiões onde a notória dificuldade oposicionista, praticamente, não consegue travar incursões criminosas, levando pânico, morte e trauma a povos indefesos, comunidades desprotegidas.

Além dos golpes traiçoeiros e covardes, intervenções militarizadas com aparato absolutamente sofisticado, indicia o negócio garantido que até
ao presente ninguém ainda foi capaz de procurar denunciar. Milhões de dólares pagos a comerciantes intermediários do armamento mundial. Mais: ninguém ainda se preocupou em saber e denunciar donde chega a esta força destrutiva, o seu financiamento, todo ele concentrado nos oásis fiscais. Melhor: países onde comunidades de concentração islâmica circulam sem controle das autoridades, a-complexadas com o pormenor do impacto social vindo dos media/mídia, relaxando a guarda, sofrendo agravo público acumulado dentro do atual fenômeno social.

A pergunta relevante que fica é saber como vão as autoridades internacionais conseguir combater o malfadado monstro que os serviços secretos norte-americanos criaram com a paranoica anti-comunista; pior a emenda, assaz, haverá alguém corajoso e dinâmico conhecedor da história de base para, em primeiro lugar, condenar os tutores de tal veneno letal, hoje financiado com milhões pela Arábia Saudita, Kuwait e Qatar… antes que voltem ao onze de setembro, algures.

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