O GRITO NAS RUAS EM DISPUTA PELA VERDADE, SERÁ?

O grito que ora ecoa pelas pradarias não estremece, pois é apoiada toda manifestação pacífica, mas não há espaço para intolerâncias, nem incitações contra as consciências democráticas, muito menos atitudes covardes. Com forte impacto político a gestão Dilma mantém-se firme convicta de suas posições e no enfrentamento contra as mobilizações das avalanches neoliberais. Não é à toa que o som que parte de várias partes do país tentando desestabilizar o governo, embora tente demonstrar que é grande, não intimida. Principalmente um Brasil calejado, mas que não se deixa iludir. 
Não obstante a este embate, os dois extremos prometem defesas em busca dos interesses distintos. Divididos divergem-se na luta pelo espaço de poder. Num extremo, uma parcela bem sarada retrata bem o estilo do americanizado BBB, que ocupa o vídeo da telinha global na luta pelo perde/ganha banal, encharcado de bobagens e sacanagens. Noutro, a luta pela soberania em favor dos menos beneficiados fala mais alto.
Se de um lado, nota-se que esse grupo identificado e intitulado como “zona sul” – área dos afortunados – que se preparam para içar lenha na fogueira, se perdem na arrogância e na falta de apelo. Enquanto de outro, formado pelo grupo composto por defensores no embate contra o “Fora Dilma”, tentam conter essa parcela que faz uso de suas faíscas ou centelhas incendiárias, as quais visam incendiar o discurso político articulado daqueles que defendem a democracia. A esses são repicados ações expressa em um manifesto de repúdio que promete uma disputa do “vale tudo” ao jogar com as mesmas armas, travando uma disputa de forma apoteótica, bem ao estilo do “Fora Collor”.
Na verdade, a polícia depara com uma iniciativa atípica. Ela caminha e se prepara para entrar em ação objetivando conter a corrente contrária ao atual governo, na certeza de que irão manter a ordem a qualquer preço e custo. Não é para menos, no ´front´ os puxadores do motim formada por uma moçada sadia e alienada que destila e transborda raiva e ódio sem noção. Refletem uma tribo que não reconhece o resultado na urnas e insiste em reverter o quadro ultrapassando a todos princípios e ética. 
Mas vamos em frente, pois este desejo imposto, fruto de uma falsa ideia, não irá mudar aquilo que está consolidado. Ou seja, a democracia. Uma resposta que de longe a elite não quer admitir quando o pacto se trata de divisão do capital e muito menos sobre a soberania das classe inferiores que vem ocupando esse espaço chamado Brasil.
Portanto, essa mesma classe alta inconformada, não se atém ao resultado declarado na urna, em favor da atual presidente Dilma e, por isso, ataca a tudo e a todos. Indignados, acobertados e orquestrados pela mídia capitaneada pela rede Globo, se organizam para o grande desfecho estabelecido para o dia 15 de março, taxada de “a conquista final”. Ledo engano.
Um movimento sem cabeça e sem causa que incita aos descontentes a ocuparem a rua em busca do impitimam da presidenta, sem levar em conta os preceitos de um processo jurídico. Certamente acabarão dando com os burros nágua. Tenho dito.[J.N.]

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